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Manga Lima

Manga Lima

23
Mai19

Sobre (re)acreditar no amor

Manga Meia-Loira

Hoje li um post que falava sobre a liberdade de nos desapegarmos de um (des)amor que não aconteceu, que aconteceu e não correu bem, ou que aconteceu e correu bem mas deixou de fazer sentido.  Um post que falava da imensa liberdade e paz que isso significa. Um post que dizia que sim, nem sempre o primeiro amor é o único ou último que vivemos e isso faz parte da vida. Li aquilo e só consegui pensar que aquilo sou eu, aquilo é o que estou a viver, aquilo é um espelho de mim. O libertar de algo que tem de ficar arrumado no seu lugar. O (re)acreditar no amor. O querer muito que alguém venha por bem. O saber e sentir que quando uma flor morre outra há-de nascer. O pensar que sim, um dia há semente e nasce algo novo e bonito. O sentir que sim, podem-nos arrancar uma flor do coração mas não podem impedir que uma nova flor nasça. O querer muito acreditar que não somos, ou os homens não são, todos iguais. O querer ainda mais acreditar que há-de surgir alguém que seja luz e amor. O sentir que há-de chegar alguém que vai ser, afinal e a final, amor real, vivido, sentido e partilhado. Há um tempo para chorar - há mesmo e não é pouco, muito pelo contrário - mas também tem de haver um tempo para respirar e continuar. Não será por se viver um desamor que o amor não pode surgir. O amor existe e é para ser vivido, e eu hei-de encontrá-lo. E depois dos caminhos sombrios por onde o meu coração me fez e tem feito andar... vai ser ainda mais bonito e especial, infinitamente mais bonito e luminoso. Vai ser luz, sol e brilho. Vai ser alma, vida, sonho e tudo o resto. Porque a vida até nos pode arrancar todas as flores.. mas não pode nunca impedir a primavera de reaparecer... e ela há-de reaparecer sempre porque essa é a lei da vida.

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